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A economia e historia do estado de Roraima
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A economia do Estado de Roraima articula-se em redor da agricultura (produção de arrozes, de feijões, de milho, de mandioca e bananas nomeadamente, criações bovinas, porcino e de aves de capoeira) e a extração mineral (reservas importantes de diamantes, de bauxite, de cobre, de argila e de ouro).

Desde o século XVI que o território do que é hoje Roraima foi disputado por espanhóis, portugueses, holandeses e ingleses. A ocupação efectiva destas terras só começou, no entanto no século XVIII, com a construção do Forte de São Joaquim, no município da Boa Vista do Rio Branco.

Aos xix e século, missionários carmélites criam comunidades, como Nossa Senhora do Carmo, tornados paróquia em 1858, seguidamente Boa Vista, capital do Estado. É contudo a criação (extensivo, a exemplo da Bandeja central) que permite uma ocupação permanente da região. Na floresta équatoriale do Sul, a recolha do látex, a hévea e a castanha do Pará, assim como a exploração da madeira, representa então principais os recursos. Na zona montanhosa, a partir dos primeiros sinais de povoamento da região, a investigação de ouro e de diamantes constitui um pólo de atração importante; é por isso que esta região é o teatro de guerras transfronteiriças entre o Brasil e a Inglaterra ao início dos xx e século.

Até em 1950, o Estado de Roraima, isolado, tenta preservar grandes extensões de florestas, bem como a existência de numerosos tribos indianos. As ligações entre Manaus e Boa Vista efetuam-se, unicamente à certas épocas do ano, por via fluvial, enquanto o correio aéreo brasileiro assegura uma ligação semanal entre Boa Vista, Surumu e Normandia, a fim de transportar géneros alimentares, medicamentos e pacientes. O potencial económico do Estado é importante, mas permanece muito tempo inexplorado devido à ausência de infra-estruturas e vias de comunicação suficientemente numerosas, fiáveis e eficazes.

Rio de Rondonia
Historia de Pará
Nos anos 1970, o governo federal, preocupado por perguntas de segurança nacional, procura assim ligar o Sul e o norte do Estado, construindo nomeadamente os eixos rodoviários BR-174 e BR-210. Em 1997, acordos assinados com a Venezuela permitem o prolongamento do BR-174; o Estado de Roraima dispõe então de um acesso direto para o norte e pode comprar e encaminhar a energia hydroélectrique venezuelana produzida à Guri, reabsorvendo assim as dificuldades ligadas à eletrificação das cidades.
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