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A demografia da população americana
As Americas

A população americana conheceu, para o período 1990-1995, uma taxa de crescimento de 10 p. 1.000 por ano, do qual os dois terços retornam ao crescimento natural (6 p. 1.000 por ano). A taxa de natalidade, considerada à 14,7 p. 1.000 para o período 1995-2000, fortemente reduziu-se desde o período baby-expansão (1947-1961), caraterizado por uma natalidade elevada (24 p. 1.000) e um crescimento anual de 15 à 20 p. 1.000. A taxa de mortalidade é muito hoje fraca (8,3 p. 1.000). A imigração (500 000 à 800.000 entradas anuais autorizadas), tema político outra vez sensível desde 1980, representa o terço do crescimento demográfico anual, e sem dúvida muito mais se integrar-se a imigração clandestina (considerado à 1 milhão de entradas por ano).

A demografia americana

A população americana envelhece mas resto relativamente jovem em relação aos outros países desenvolvidos, com um índice de fecundidade de 2 crianças por mulher em 1998. A idade mediana passou de 30 anos em 1980 à 32,9 anos em 1990. O número de indivíduos idosos menos de 15 anos (22 p. 100 da população) décru de cerca de 0,9 p. 100 entre 1970 e 1990. O das pessoas idosas de 65 anos e mais (13 p. 100 da população), quanto a ele, aumentou de 55,6 p. 100. A esperança de vida era considerada à 77,4 anos em 1998.

As estruturas familiares, em constante evolução, traduzem as mutações socioeconómicas. A idade média do primeiro casamento está cada vez mais tardia (25,5 anos para os homens, 23,7 anos para as mulheres).

A taxa de nupcialidade diminui: passou de 10,8 p. 1.000 em 1970 à 9,7 p. 1.000 em 1990. Após um forte aumento e uma taxa recorde atingido em 1981, a taxa de divórcios estica hoje a diminuir. O número de casais não casados duplicou quase entre 1980 e 1990, enquanto o das famílias monoparentais literalmente explodiu, com uma progressão de 242 p. 100 entre 1970 e 1990. Os nascimentos fora de casamento representam hoje 30 p. 100 do total anual contra 11 p. 100 em 1970. A densidade média de população aos Estados Unidos é muito fraca (33 habitantes ao Km ²). Este número mascara contudo uma distribuição extremamente desigual.

A população americana

Fotografia de uma águia Encarta

Em 1990, os cinco Estados mais povoados eram a Califórnia (29,7 milhões de habitantes), o Estado de Nova Iorque (17,9 milhões), o Texas (16,9 milhões), Floride (12,9 milhões) e Pennsylvanie (11,8 milhões). Sete Estados tinham uma população inferior à 1 milhão de habitantes: Montana, o Dacota do Sul, o Delaware, o Dacota do Norte, o Vermont, o Alasca e o Wyoming, que constitui o Estado menos povoado com 453.000 habitantes. Em 1990, o Sul e o Oeste reuniam 138,2 milhões de habitantes, ou seja mais da metade da população total. Hoje são povoados mais que o Nordeste, centro histórico do povoamento e a revolução industrial. Desde os anos 1970, observa-se uma deslocação do centro de gravidade do país desde o Nordeste para o Sudoeste. São com efeito os Estados do Oeste e o Sul que registam, hoje, mais forte a progressão demográfica. Assim, 54,3 p. 100 do crescimento demográfico nacional, entre 1980 e 1990, fez-se ao benefício dos três Estados de Califórnia, Floride e o Texas. Nevada registou a taxa de crescimento mais importante (42 p. 100), Floride, o Alasca e o Arizona que atinge mais de 30 p. 100.

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